Como nascem as “fake news”?

O Gralha Confere, iniciativa do Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação do TRE-PR, já ensinou como identificar um conteúdo falso em três passos: analisar, pesquisar e denunciar. Agora você sabe quem cria esse tipo de conteúdo e com qual objetivo? Como nascem as “fake news”?

Notícia incorreta

Uma notícia incorreta (misinformation) produzida dentro da ética e da técnica jornalísticas apresenta erros que podem ser corrigidos. Os dados e informações equivocadas são reconhecidas publicamente, seja no ar, pela própria apresentadora ou apresentador da notícia, ou na seção “Erramos” nos veículos impressos e digitais. 

Notícia fraudada

Já um boato, rumor ou informação parcial ou totalmente inverídica ou distorcida, que circula no ambiente digital, com o objetivo deliberado de enganar, é o que chamamos de “fake news” ou desinformação (disinformation).

Linguagem

Este tipo de conteúdo é muito diferente de uma notícia com informações incorretas. A desinformação tem uma linguagem própria, geralmente inflamatória para acionar mecanismos emocionais que levem as pessoas a compartilhar e interagir. 

Na maioria das vezes, o conteúdo é tão forte que a pessoa reage a ele sem ao menos abrir o link enviado.

As “fake news” ainda recorrem, de propósito, a erros gramaticais e a uma comunicação visual elementar para se aproximar das pessoas com seu ar de falsa autenticidade. 

Ambiente

Os conteúdos falsos viralizam dentro de uma cadeira de desordem da informação, influenciada por diversos agentes – contas falsas, robôs, algoritmos, perfis monetizados e profissionais. O interesse é construir narrativas para fins específicos, como a obtenção de apoio da sociedade para determinadas pautas. 

Em regra, são publicados em dezenas ou milhares de perfis simultaneamente. Por apelarem às emoções, em pouco tempo conquistam o engajamento de contas e pessoas autênticas, que passam a comentar e compartilhar aquela história, geralmente de caráter difamatório

Com uma velocidade nunca antes experimentada antes das redes sociais, em questão de horas uma mentira pode alcançar milhares de pessoas que se encontram em diferentes localidades geográficas, mas conectadas pelas mesmas plataformas digitais. 

Ficou na dúvida? 

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